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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
SOBRE MISTÉRIOS DE ROUPA NOVA
### Análise e Classificação do Texto
**O texto acima pode ser considerado como:**
**b) poema**
(O texto é a letra da canção "Mistérios", do grupo Roupa Nova. Está estruturado em versos, estrofes e refrão repetido, com rimas sistemáticas e ritmo musical, características típicas de poema lírico.)
**Quem pode ser considerado o “eu lírico” do texto?**
R. Não há eu lírico explícito. A voz que canta é impessoal, em terceira pessoa, sem identificação subjetiva em primeira pessoa.
**Em qual gênero literário podemos enquadrá-lo?**
**a) lírico**
(Predomina a expressão de admiração, fascínio e mistério em relação à figura feminina, com tom sensual e poético. Não há enredo narrativo desenvolvido nem elementos dramáticos.)
**Em qual tipo textual podemos enquadrá-lo?**
**b) descritivo**
(O texto descreve características, origens míticas e traços da mulher, criando um retrato idealizado e sedutor, com imagens bíblicas e sensoriais.)
**Qual função linguística é predominante no texto?**
**f) poética**
(A ênfase está na forma da linguagem: rimas ricas, metáforas, aliterações, ritmo e sonoridade musical para criar efeito estético e evocativo. Secundariamente, há **b) emotiva/expressiva** pela expressão de desejo e fascínio.)
### Análise e Identificação dos Elementos da Narrativa do Texto Acima
**Quem podemos considerar como o narrador do texto acima de acordo com o foco narrativo/ ponto de vista.**
R. Narrador em terceira pessoa, externo à cena, sem participação direta.
**Qual tipo de narrador encontramos no texto:**
**b) narrador observador/ em terceira pessoa**
(O narrador descreve a mulher de forma geral e impessoal, sem acesso a pensamentos internos profundos nem onisciência total; limita-se a observações externas e reflexões genéricas. Não é personagem.)
(Não há personagens desenvolvidos nem enredo propriamente dito; a mulher é uma figura arquetípica, não individualizada. Por isso, as questões sobre personagens, protagonista, antagonista, coadjuvantes e tempo não se aplicam plenamente.)
### Com Relação aos Recursos Poéticos Empregados no Texto Faça o que se Pede.
**Circule todas as sílabas tônicas que aparecem em cada verso/linha.**
(Indico as sílabas tônicas em negrito. O texto segue métrica aproximada de redondilha maior – versos de 7 sílabas –, com acentos predominantes na 3ª e 7ª sílabas.)
Exemplos:
- De u**ma** cos**te**la foi ge**ra**da
- So**pro** da **vi**da na ma**nhã**
- No pa**ra**í**so** foi ten**ta**da
- Pe**la** mor**di**da da ma**çã**
- Bo**tou** a **cul**pa na ser**pen**te
- E nos ca**be**los u**ma** **flor**
- E des**co**briu no **cor**po ar**den**te
- Que **coi**sa **quen**te é o a**mor**
(O padrão é heptassílabo com tônica final oxítona ou paroxítona, favorecendo a rima.)
**Observe cada uma das sílabas tônicas finais de cada verso/linha e assim classifique o tipo de rima empregado no texto.**
O texto emprega predominantemente **rimas ricas/consoantes (perfeitas)**, com esquema AABB nas estrofes e ABAB no refrão. As rimas são toantes a partir da vogal tônica final, com identidade de consoantes precedentes.
Exemplos:
- gerada / manhã (rima consoante rica)
- tentada / maçã (rima consoante rica)
- serpente / flor (rima consoante)
- ardente / amor (rima consoante rica)
- coração / vulcão (rima consoante rica)
- voar / morder (rima consoante)
- brincar / esconder (rima consoante)
As rimas são sonoras, reforçando o caráter sensual e musical da canção.
SOBRE A ÚLTIMA CRÔNICA DE FERNANDO SABINO
### Análise e Classificação do Texto
**O texto acima pode ser considerado como:**
**c) prosa**
(O texto é uma crônica jornalística clássica, escrita em parágrafos contínuos, sem versos, rimas ou divisão em estrofes. Apresenta linguagem fluida e narrativa típica da prosa literária.)
**Quem pode ser considerado o “eu lírico” do texto?**
R. O cronista/narrador, um escritor que reflete sobre sua dificuldade em encontrar assunto para a crônica e observa a cena no botequim.
**Em qual gênero literário podemos enquadrá-lo?**
**a) lírico**
(Predomina a expressão subjetiva de sentimentos, reflexões íntimas, emoção diante da cena observada e valorização da pureza humana. Há elementos narrativos, mas o foco está na sensibilidade e na emoção do narrador.)
**Em qual tipo textual podemos enquadrá-lo?**
**b) descritivo**
(O texto centra-se na descrição detalhada da cena observada no botequim, com ênfase em gestos, olhares, objetos e atmosfera. Há narração de ações, mas o objetivo principal é pintar um quadro vivo e emotivo do cotidiano.)
**Qual função linguística é predominante no texto?**
**b) emotiva/expressiva**
(O narrador expressa seus estados internos: medo de escrever, falta de inspiração, admiração, ternura e comoção diante da cena familiar. A linguagem transmite emoção e subjetividade.)
### Análise e Identificação dos Elementos da Narrativa do Texto Acima
**Quem podemos considerar como o narrador do texto acima de acordo com o foco narrativo/ ponto de vista.**
R. Narrador-protagonista em primeira pessoa, que participa diretamente da cena como observador no botequim e reflete sobre si mesmo.
**Qual tipo de narrador encontramos no texto:**
**a) narrador personagem/ em primeira pessoa**
(O narrador é personagem central, relata suas ações ("entro num botequim", "passo a observá-los"), pensamentos e emoções em tempo real. Não é onisciente, pois conhece apenas o que observa externamente.)
**Quem são os personagens desse texto?**
R. O cronista/narrador, o casal de pretos (pai e mãe), a negrinha (filha de três anos), o garçom e o homem atrás do balcão (menções breves).
**Protagonista(s):** O cronista/narrador (centro da reflexão) e, secundariamente, a família observada (especialmente a negrinha).
**Antagonista(s):** Nenhum (não há conflito personificado; a dificuldade é interna do narrador).
**Coadjuvante(s):** O casal, a negrinha, o garçom, o homem do balcão.
**Podemos classificar o tempo como:**
**b) psicológico**
(O tempo é subjetivo e interno: predomina a duração da observação e da reflexão do narrador no botequim, com fluxo de consciência e lembranças ("o verso do poeta se repete na lembrança"). A ação externa é breve e simultânea.)
### Com Relação aos Recursos Poéticos Empregados no Texto Faça o que se Pede.
O texto é escrito em prosa contínua, sem divisão em versos ou linhas poéticas. Portanto, não há sílabas tônicas finais de versos nem rimas sistemáticas a classificar.
Aparecem recursos estilísticos típicos da prosa poética (metáforas, imagens sensoriais, ritmo cadenciado), mas não rimas nem métrica versificada.
### Levando-se em Consideração ao Tom Dramático do Texto, Analise e Responda ao que se Pede.
**Podemos identificar qual forma de expressão dramática nesse texto?**
Não há forma de expressão dramática identificável entre as opções. O texto não apresenta conflito trágico, cômico ou dramático intenso; o tom é lírico, terno, contemplativo e comovente, típico da crônica brasileira humanista (Rubem Braga, Paulo Mendes Campos). A emoção surge da pureza e da dignidade dos personagens humildes, sem elementos de tragédia, comédia, farsa, auto ou drama clássico.
SOBRE FAROESTE CABOCLO DO LEGIÃO URBANA
### Análise e Classificação do Texto
**O texto acima pode ser considerado como:**
**b) poema**
(O texto é a letra da canção "Faroeste Caboclo", de Renato Russo/Legião Urbana. Apresenta estrutura em versos longos, estrofes narrativas, rimas frequentes e ritmo épico, característico de um poema narrativo extenso.)
**Quem pode ser considerado o “eu lírico” do texto? SE HOUVER.**
R. Não há eu lírico explícito. A voz narradora é externa à história, sem subjetividade em primeira pessoa.
**Em qual gênero literário podemos enquadrá-lo?**
**b) épico/narrativo**
(Predomina a narração de uma saga completa, com trajetória de vida, conflitos, ascensão e queda do protagonista, em estilo épico moderno brasileiro. Há elementos líricos em reflexões morais e dramáticos nos conflitos.)
**Em qual tipo textual podemos enquadrá-lo?**
**a) narrativo**
(O texto conta uma história extensa e linear, com enredo completo: origem, ascensão, amor, traição, duelo e morte.)
**Qual função linguística é predominante no texto?**
**a) denotativa/referencial/cognitiva**
(A função principal é relatar fatos, ações e eventos da vida de João de Santo Cristo de forma objetiva e detalhada. Há presença secundária da **f) poética** pelas rimas e imagens, e da **b) emotiva/expressiva** em momentos de crítica social.)
### Análise e Identificação dos Elementos da Narrativa do Texto Acima
**Quem podemos considerar como o narrador do texto acima de acordo com o foco narrativo/ ponto de vista. SE HOUVER.**
R. Narrador heterodiegético em terceira pessoa, externo à história, que conhece pensamentos, sentimentos e motivações dos personagens.
**Qual tipo de narrador encontramos no texto: (SE HOUVER)**
**c) narrador onisciente**
(O narrador sabe tudo: passado, presente, futuro, pensamentos internos ("Sentia mesmo que era mesmo diferente"), motivações e até o que os personagens não sabem no momento.)
**Quem são os personagens desse texto? SE HOUVER.**
R. João de Santo Cristo (protagonista), Jeremias (antagonista principal), Maria Lúcia, Pablo, o boiadeiro, o pai de João, o senhor de alta classe (general), o peruano, o soldado, o professor, as velhinhas, etc.
**Protagonista(s):** João de Santo Cristo.
**Antagonista(s):** Jeremias (principal), o sistema social/discriminação, o general.
**Coadjuvante(s):** Maria Lúcia, Pablo, o boiadeiro, o pai, o peruano.
**Podemos classificar o tempo como: (SE HOUVER).**
**a) cronológico**
(Os eventos seguem ordem linear clara: infância → juventude → chegada a Brasília → ascensão no tráfico → amor → traição → duelo → morte. Há flashbacks breves na infância e momentos de tempo psicológico na reflexão final.)
### Com Relação aos Recursos Poéticos Empregados no Texto Faça o que se Pede. SE HOUVER.
**Circule todas as sílabas tônicas que aparecem em cada verso/linha.**
(Indico as sílabas tônicas em negrito. Os versos são longos, com métrica variável, aproximando-se de 12-16 sílabas, ritmo narrativo coloquial.)
Exemplos selecionados:
- Não ti**nha** **me**do o **tal** **João** de **San**to **Cris**to
- Era o que **to**dos di**zi**am **quan**do ele se per**deu**
- Dei**xou** pra **trás** todo o ma**ras**mo da fa**zen**da
- Só pra sen**tir** no seu **san**gue o **ó**dio que Je**sus** lhe **deu**
- Quan**do** cri**an**ça só pen**sa**va em **ser** ban**di**do
(O padrão é verso narrativo com cadência oral, acentos distribuídos para manter o fluxo da fala cantada.)
**Observe cada uma das sílabas tônicas finais de cada verso/linha e assim classifique o tipo de rima empregado no texto. SE HOUVER.**
O texto emprega **rimas consoantes (perfeitas/ricas) predominantes**, com esquema majoritário AABB (rima emparelhada). As rimas são sistemáticas e reforçam o ritmo épico.
Exemplos:
- perdido / deu (consoante)
- morreu / aprendeu (consoante)
- altar / lugar (consoante)
- televisão / solidão (consoante rica)
- Salvador / falar (consoante)
- Central / Natal (consoante)
- Taguatinga / trabalhador (assonante/consoante aproximada)
Há rimas internas e assonantes ocasionais, mas o conjunto é de rimas toantes fortes, contribuindo para a memorabilidade da narrativa cantada.
### Levando-se em Consideração ao Tom Dramático do Texto, Analise e Responda ao que se Pede. SE HOUVER.
**Podemos identificar qual forma de expressão dramática nesse texto? SE HOUVER.**
**a) tragédia**
(O texto apresenta estrutura trágica clássica: protagonista com potencial heroico, marcado por destino (ódio, discriminação), ascensão seguida de queda por falha moral (retorno ao crime), traição amorosa, duelo fatal e morte inevitável. Evoca piedade e terror, com crítica social profunda e catarse no sacrifício final. O tom é sério, violento e inevitavelmente fatal.)
SOBRE EDUARDO E MÔNICA DO LEGIÃO URBANA
### Análise e Classificação do Texto
**O texto acima pode ser considerado como:**
**b) poema**
(O texto é a letra da canção "Eduardo e Mônica", de Renato Russo/Legião Urbana. Estruturada em versos, estrofes e com refrão repetido, apresenta ritmo, rimas e musicalidade típicos de poema lírico-narrativo.)
**Quem pode ser considerado o “eu lírico” do texto? SE HOUVER.**
R. Não há eu lírico explícito. A voz que canta/narra é externa à história, sem identificação subjetiva em primeira pessoa.
**Em qual gênero literário podemos enquadrá-lo?**
**b) épico/narrativo**
(Predomina a narração de uma história completa, com enredo, personagens e evolução temporal. Há elementos **a) lírico** no refrão filosófico sobre o coração e na expressão de sentimentos, mas o conjunto é essencialmente narrativo.)
**Em qual tipo textual podemos enquadrá-lo?**
**a) narrativo**
(O texto conta a história do encontro, relacionamento, casamento e vida familiar de Eduardo e Mônica, com sequência clara de eventos.)
**Qual função linguística é predominante no texto?**
**a) denotativa/referencial/cognitiva**
(A função principal é contar fatos e eventos da vida do casal de forma objetiva e cronológica. Há presença secundária da **f) poética** pelas rimas e ritmo, e da **b) emotiva/expressiva** no refrão reflexivo.)
### Análise e Identificação dos Elementos da Narrativa do Texto Acima
**Quem podemos considerar como o narrador do texto acima de acordo com o foco narrativo/ ponto de vista. SE HOUVER.**
R. Narrador heterodiegético em terceira pessoa, externo à história, que conhece os pensamentos e sentimentos dos personagens.
**Qual tipo de narrador encontramos no texto: (SE HOUVER)**
**c) narrador onisciente**
(O narrador sabe tudo: descreve ações, diálogos, pensamentos internos ("só pensava em ir pra casa"), diferenças entre os personagens e até projeções futuras. Não participa da história.)
**Quem são os personagens desse texto? SE HOUVER.**
R. Eduardo, Mônica, o carinha do cursinho, o avô de Eduardo, os gêmeos (filhos do casal) e referências indiretas a figuras culturais (Godard, Bandeira, Van Gogh etc.).
**Protagonista(s):** Eduardo e Mônica (casal central da narrativa).
**Antagonista(s):** Nenhum antagonista explícito (não há conflito personificado; as dificuldades são cotidianas e superadas).
**Coadjuvante(s):** O carinha do cursinho, o avô de Eduardo, os gêmeos.
**Podemos classificar o tempo como: (SE HOUVER).**
**a) cronológico**
(Os eventos seguem ordem linear clara: encontro casual → namoro → casamento → nascimento dos filhos → vida atual, com marcações temporais como "uns dois anos atrás", "no mesmo mês", "nessas férias". Há leve presença de tempo psicológico nos pensamentos internos.)
### Com Relação aos Recursos Poéticos Empregados no Texto Faça o que se Pede. SE HOUVER.
**Circule todas as sílabas tônicas que aparecem em cada verso/linha.**
(Indico as sílabas tônicas em negrito. O texto usa versos livres com variação métrica, mas predominam versos de 8 a 12 sílabas, com acentos variáveis.)
Exemplos selecionados:
- Quem um **di**a i**rá** di**zer**
- Que exis**te** ra**zão**
- Nas **coi**sas **fei**tas pelo co**ra**ção?
- Edu**ar**do a**briu** os **o**lhos, mas não **quis** se le**van**tar
- Ficou dei**ta**do e **viu** que **ho**ras **e**ram
- En**quan**to **Mô**nica to**ma**va um con**ha**que
(O ritmo é coloquial, próximo da fala, com cadência narrativa.)
**Observe cada uma das sílabas tônicas finais de cada verso/linha e assim classifique o tipo de rima empregado no texto. SE HOUVER.**
O texto apresenta **rimas esporádicas e assonantes**, não sistemáticas. Predominam rimas assonantes (vogais iguais) e consonantais leves, com esquema variado (ABAB, AABB ou rimas internas).
Exemplos:
- razão / coração (assonante)
- levantar / eram (assonante)
- disseram / quiser (assonante)
- esquisita / birita (consonantal rica)
- mais / mais (repetição)
- Godard / cabelo (assonante)
- depois / arroz (assonante)
As rimas são leves e naturais, reforçando o tom conversacional, sem rigidez métrica fixa.
### Levando-se em Consideração ao Tom Dramático do Texto, Analise e Responda ao que se Pede. SE HOUVER.
**Podemos identificar qual forma de expressão dramática nesse texto? SE HOUVER.**
**b) comédia**
(O tom é leve, bem-humorado e irônico, celebrando as diferenças entre o casal "nada parecidos" que, apesar de tudo, formam uma família feliz. Apresenta situações cotidianas com humor afetuoso (festa estranha, camelo, cabelo com tinta, recuperação do filho), típico da comédia de costumes urbana brasileira. Não há tragédia nem drama profundo.)
SOBRE DIARIAMENTE DE MARISA MONTE
O texto acima pode ser considerado como: b) poema (O texto é a letra da canção "Diariamente", de Marisa Monte, composta por Nando Reis e Arnaldo Antunes. Estruturada em versos curtos, com rimas sistemáticas e ritmo musical, caracteriza-se como poema lírico com forte jogo verbal.)
Quem pode ser considerado o “eu lírico” do texto? SE HOUVER. R. Não há eu lírico explícito. O texto não apresenta uma voz subjetiva em primeira pessoa; é uma enumeração impessoal e lúdica.
Em qual gênero literário podemos enquadrá-lo? a) lírico (Predomina a exploração lúdica da linguagem, com jogos de palavras, rimas e sonoridade, típicos do lirismo moderno brasileiro, influenciado pela poesia concreta e pelo tropicalismo.)
Em qual tipo textual podemos enquadrá-lo? b) descritivo (O texto consiste em uma série de definições ou associações descritivas, no formato "Para [situação]: [palavra]", criando imagens e associações por homofonia ou paronomásia. Não há narrativa, dissertação ou argumentação.)
Qual função linguística é predominante no texto? f) poética (A função poética é central, com ênfase na forma da linguagem: rimas, jogos sonoros, trocadilhos e ambiguidade semântica para criar humor e surpresa.)
Análise e Identificação dos Elementos da Narrativa do Texto Acima
Quem podemos considerar como o narrador do texto acima de acordo com o foco narrativo/ ponto de vista. SE HOUVER. R. Não há narrador nem foco narrativo identificável, pois o texto não conta uma história.
Qual tipo de narrador encontramos no texto: (SE HOUVER) Não há narrador narrativo. O texto não possui elementos de narração.
Quem são os personagens desse texto? SE HOUVER. R. Não há personagens. O texto é uma lista de associações abstratas e impessoais, sem figuras humanas ou fictícias com desenvolvimento.
Protagonista(s): Não há.
Antagonista(s): Não há.
Coadjuvante(s): Não há.
Podemos classificar o tempo como: (SE HOUVER). Não há classificação temporal aplicável, pois não existe sequência de eventos ou duração narrativa.
Com Relação aos Recursos Poéticos Empregados no Texto Faça o que se Pede. SE HOUVER.
Circule todas as sílabas tônicas que aparecem em cada verso/linha. (Como se trata de texto, indico as sílabas tônicas em negrito. Os versos são curtos e seguem ritmo aproximado de redondilha menor, com acentos variáveis, mas predominando oxítonos ou paroxítonos para rimar.)
Exemplos selecionados:
- Para calar a boca: rícino
- Pra lavar a roupa: omo
- Para viagemlonga: jato
- Para o pneu na lona: jacaré
- Para a pantalona: nesga
- Para pular a onda: litoral
(O padrão é verso com 7-9 sílabas métricas, tônica final frequentemente oxítona para reforçar a rima.)
Observe cada uma das sílabas tônicas finais de cada verso/linha e assim classifique o tipo de rima empregado no texto. SE HOUVER. O texto emprega predominantemente rimas toantes/consoantes (perfeitas ou ricas), com esquema AABB ou AA (rima emparelhada ou geminada em pares de versos). As rimas baseiam-se em homofonia: a palavra final rima com a situação descrita (ex.: "omo" rima com "roupa", "jato" com "longa", "jacaré" com "lona", "nesga" com "pantalona"). São rimas assonantes em alguns casos, mas majoritariamente consoantes, criando um efeito de trocadilho sonoro e humorístico.
Levando-se em Consideração ao Tom Dramático do Texto, Analise e Responda ao que se Pede. SE HOUVER.
Podemos identificar qual forma de expressão dramática nesse texto? SE HOUVER. Não há tom dramático nem forma de expressão dramática identificável. O texto tem tom lúdico, humorístico e irreverente, com jogos de linguagem leves e absurdos. Não se enquadra em tragédia, comédia, farsa, auto ou drama, pois falta conflito, enredo ou representação de ações humanas.
SOBRE A MENINA E O PASSARINHO DE NANDO REIS
### Análise e Classificação do Texto
**O texto acima pode ser considerado como:**
**b) poema**
(O texto é a letra de uma canção de Nando Reis, estruturada em versos com rimas, estrofes e refrão repetido, o que o caracteriza como poema lírico-narrativo.)
**Quem pode ser considerado o “eu lírico” do texto?**
R. O homem apaixonado que narra a história, o protagonista que encontra a menina na praça, se apaixona por ela e acompanha sua doença até a morte.
**Em qual gênero literário podemos enquadrá-lo?**
**a) lírico**
(Embora haja elementos narrativos, predomina a expressão de sentimentos subjetivos, como amor, dor, tristeza e reflexão sobre a infelicidade no amor; há também traços de **b) épico/narrativo** pela presença de uma história com enredo.)
**Em qual tipo textual podemos enquadrá-lo?**
**a) narrativo**
(O texto conta uma história com sequência de eventos: encontro, descoberta da doença, visitas e morte da menina.)
**Qual função linguística é predominante no texto?**
**b) emotiva/expressiva**
(O texto expressa intensamente as emoções do eu lírico: paixão, compaixão, dor e tristeza. Há também forte presença da **f) poética**, pela uso de rimas, metáforas e ritmo musical.)
### Análise e Identificação dos Elementos da Narrativa
**Quem podemos considerar como o narrador do texto acima de acordo com o foco narrativo/ ponto de vista.**
R. Narrador em primeira pessoa, que participa da história como protagonista (foco narrativo em 1ª pessoa).
**Qual tipo de narrador encontramos no texto:**
**a) narrador personagem/ em primeira pessoa**
(Ele conta os eventos a partir de sua perspectiva pessoal, revelando pensamentos e sentimentos internos, mas não é onisciente, pois descobre fatos gradualmente, como a doença da menina.)
**Quem são os personagens desse texto?**
R. O eu lírico (homem apaixonado), a menina/menina/moça/donzela/princesinha (doente), o garoto/irmão da menina, a tia, o doutor/médico e o passarinho (simbólico).
**Protagonista(s):** O eu lírico (narrador) e a menina (centro da trama emocional).
**Antagonista(s):** Nenhum antagonista explícito (a "vilã" é a doença/morte, força impessoal).
**Coadjuvante(s):** O irmão da menina, a tia, o doutor e o passarinho.
**Podemos classificar o tempo como:**
**a) cronológico**
(Os eventos seguem uma ordem linear: encontro na praça → descoberta da doença → visitas → morte; há também elementos de tempo psicológico nas reflexões internas do narrador.)
### Com Relação aos Recursos Poéticos Empregados
**Circule todas as sílabas tônicas que aparecem em cada verso/linha.**
(A tarefa pede para "circule", mas como isto é texto, indico as sílabas tônicas em negrito para destaque. Exemplo em algumas linhas; o padrão é verso octossílabo ou similar com acento na antepenúltima ou penúltima sílaba.)
Exemplos:
- Nosso a**mor** co**me**çou **cer**to **di**a no **ban**co da **pra**ça
- Eu a **vi** se**gu**rando um ca**der**no, sen**ta**da com **gra**ça
- Meu o**lhar** encon**trou** seu o**lhar** mi**ran**do um pas**sa**ri**nho**
(O texto todo segue ritmo aproximado de 8 sílabas por verso, com tônica geralmente na 6ª ou 7ª sílaba — versos graves ou esdrúxulos misturados.)
**Observe cada uma das sílabas tônicas finais de cada verso/linha e assim classifique o tipo de rima empregado no texto.**
O texto emprega predominantemente **rimas ricas ou perfeitas** (consoantes), com esquema AABB (rima emparelhada) nas estrofes e refrão.
Exemplos:
- praça / graça / passarinho / ninho (rima consoante rica)
- ave / árvore / lencinho / carinho (rima consoante)
- Refrão: alegria / dia (repetido)
As rimas são toantes (iguais a partir da tônica final) e contribuem para o ritmo musical da canção.
### Levando-se em Consideração ao Tom Dramático do Texto
**Podemos identificar qual forma de expressão dramática nesse texto?**
**a) tragédia**
(O tom é intensamente dramático, com amor nascido em meio à dor, sofrimento pela doença incurável e desfecho fatal com a morte da menina, evocando piedade, compaixão e catarse emocional típica da tragédia.)
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
SOBRE... "Cel d'BorboLetra's & MúSicaS - LITERARTECULTURA".
O blog https://celdborboletras.blogspot.com/ tem o título completo "Cel d'BorboLetra's & MúSicaS - LITERARTECULTURA".
Ele é dedicado quase exclusivamente a letras de músicas (principalmente brasileiras contemporâneas), com foco em artistas como Tiago Iorc (várias canções ao vivo ou em colaborações) e outros como Renato Vianna ou Duda Beat. Os posts incluem trechos ou letras completas de canções, frequentemente com temas emocionais profundos: amor perdido, egoísmo, memórias afetivas, dor, cicatrizes emocionais, arrependimentos e elementos poéticos (como abismos, tangerina como metáfora de sedução fatal). Há menções a vídeos em HD, sugerindo compartilhamento de conteúdo audiovisual cultural.
O autor não é identificado explicitamente (não há seção "Sobre mim", perfil visível ou assinaturas com nome como Maria Celeste B.S.P. nos posts disponíveis). Não há links para outros blogs ou referências pessoais.
Posts mais recentes (todos de 2025):
- 15 de novembro de 2025: TIAGO IORC - Desconstrução (e versão Ao Vivo) — Letras sobre amor afogado no egoísmo, caindo em abismo de vidro que se quebra.
- 7 de novembro de 2025: Tiago Iorc - Hoje Lembrei Do Teu Amor (Ao Vivo) e Tiago Iorc - Bilhetes (Ao Vivo) — Temas de lembrança eterna de um amor marcante, dor física/emocional, cicatrizes e arrependimentos.
- 5 de setembro de 2025: João de Barro - Renato Vianna - HD — Post com referência a conteúdo audiovisual, sem letras detalhadas.
- 3 de setembro de 2025: Tiago Iorc, DUDA BEAT - Tangerina (Ao Vivo) — Letras sobre aproximação sedutora, beijos e "morte divina" doce como tangerina.
O blog está em português brasileiro, com atualizações irregulares e concentradas em 2025 (nenhum post visível em dezembro de 2025). Comentários não são destacados (possivelmente desabilitados ou sem interações). O tom é introspectivo e emocional, centrado na apreciação lírica e poética da música como forma de expressão de sentimentos profundos.
Diferente dos blogs anteriores — como o "Autópsico" (mais diário pessoal e variado) ou "mcpoliglota" (bilíngue com traduções) —, este tem foco mais específico em músicas brasileiras modernas e suas letras, com viés artístico-cultural e afetivo, sem elementos pedagógicos, ecológicos ou multilíngues evidentes.
Se quiser detalhes de uma letra específica ou mais contexto, me avise!
sábado, 15 de novembro de 2025
MAIS UM BARCO
Meu amor, nosso amor
Se afogou no poço do egoísmo
Nosso amor caiu no abismo
Era de vidro e se quebrou
Se espalhou
Sob as pedras frias do ciúme
Como um frasco de perfume
Que era pouco e se acabou
Evaporou
Em um milhão de coisas pequeninas
Pouca paz muita rotina
Pouco gozo muita dor
Se transformou
Num turbilhão de falas tão mesquinhas
Falhas suas pragas minhas
Mil coisinhas e algum amor
O nosso amor
Naufragou nas águas desse rio
Nosso amor teve um desvio
No seu curso e já secou
Ou se queimou
Nos mares ardentes da paixão
No cais da desilusão
Mais um barco ancorou
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
Tiago Iorc - Hoje Lembrei Do Teu Amor (Ao Vivo)
Hoje lembrei do teu amor
Hoje lembrei de coisas que eu nunca esqueci
E como poderia
Se você me marcou pela vida inteira?
Hoje lembrei do teu sabor
Do gosto da tua boca antes de dormir
Tanto te conhecia
E você despertou tudo o que eu sentia
Não há chance de apagar
Deixa demorar
Lembrar você é bom demais
Vivemos tanta coisa, lembra?
Tanto pra acertar
O tempo pra curar
A mágoa que ficou pra trás
Valeu minha vida inteira
Hoje lembrei do teu calor
Do nosso banho quente, coisas que escrevi
Juras e poesia
No espelho embaçado, você fervia
Na parede, o suor
No teu corpo, o meu
Pelo chão, o jantar que a gente esqueceu
Entre roupas e taças, a nossa loucura
Não há chance de apagar
Deixa demorar
Lembrar você é bom demais
Vivemos tanta coisa, lembra?
Tanto pra acertar
O tempo pra curar
A mágoa que ficou pra trás
Valeu minha vida inteira
Não há chance de apagar
Deixa demorar
Lembrar você é bom demais
Vivemos tanta coisa, lembra?
Tanto pra acertar
O tempo pra curar
A mágoa que ficou pra trás
Valeu minha vida inteira
Valeu minha vida inteira
Valeu minha vida inteira
Tiago Iorc - Bilhetes (Ao Vivo)
Um tiro à queima roupa
Outra cicatriz
Senti a dor na pele
Por tudo que eu não fiz
O aperto aqui no peito
Me roubou o amanhecer
Eu dei meu melhor
Tem dias que parece
Que não vou conseguir
O medo me persegue
Me impede de sentir
Eu só quero amar direito
E ser tudo que eu puder
Seja o que for
Venha o que vier
E se caso for
Eu posso esperar
A chuva passar
Pra tudo recomeçar
Nenhuma dor é pouca
Nos erros aprendi
Na vida, sempre louca
Amar é decidir
E cada nova escolha
É o que precisa ser
Nem sempre o melhor
Às vezes, não tem outro jeito
O jeito é seguir
Lembrar que o que me fere
Também me faz sorrir
Escrevo em um bilhete
Ame tudo que puder
Seja o que for
Venha o que vier
E se caso for
Eu posso esperar
A chuva passar
Pra recomeçar
E se caso for
De ter que esperar
A chuva se vai
Pra tudo recomeçar
Tudo recomeçar
Tudo vai recomeçar
Tudo vai recomeçar
Tudo vai recomeçar
Tudo vai recomeçar
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
Tiago Iorc, DUDA BEAT - Tangerina (Ao Vivo)
Bem devagar
Calma
Só me beija
Cala
Minha boca
Me leva
Desse lugar
Gana suicida
Morte divina
Doce tangerina
Me provocar
Desce
Me domina
E me ganha
Na manha
Pra me acabar
Gana suicida
Morte divina
Doce tangerina
Acompanho o teu suor
De encontro ao meu
A gota da seiva do céu
Ninguém faz melhor
Que você e eu
Me agarro na tua nuca
Daqui não largo nunca mais
Gana suicida
Morte divina
Doce tangerina
Doce tangerina
Doce tangerina
sábado, 24 de maio de 2025
Nós Dois (oficial) - Celso Adolfo 1994 - BRASIL VEGETAL
Que nem sabemos tudo que o queremos
Como é difícil o desejo de amar
Você que nunca soube quanto eu quis
Que não me coube, não me viu raiz
Nascendo, crescendo nos terrenos seus
Eu na janela olhando a lua, perguntando a lua
Onde você foi amar
E nós que nem soubemos nos querer de vez
Estamos sós laçados em dois nós
Um que é meu beijo e o outro é o lábio seu
Não sei sair cantando sem contar você
Eu sei cantar mas conto com você
Eu vou seguir mas vou seguir você
Queria que assim sabendo se a gente se quer
Queria me rimar no seu colo mulher
Vencer a vida de onde ela vier
Ganhar seu, chegar no chegar meu
Dar de mim o homem que é seu
E nós que nem soubemos nos querer de vez
Estamos sós laçados em dois nós
Um que é meu beijo e o outro é o lábio seu
Não sei sair cantando sem contar você
Eu sei cantar mas conto com você
Eu vou seguir mas vou seguir você
Queria que assim sabendo se a gente se quer
Queria me rimar no seu colo mulher
Vencer a vida de onde ela vier
Ganhar seu, chegar no chegar meu
Dar de mim o homem que é seu
Ganhar seu, chegar no chegar meu
Dar de mim o homem que é seu
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
quinta-feira, 26 de outubro de 2023
Em Cima do Tempo
Eu possa ver o mundo
Através da tela do computador
Mas nada fale, se não for real
Se não for astral
De ser um santo, ou ser medonho
Bicho solto, reto, torto
Muito ou pouco, tanto faz
Vou eu criança no meu céu imaginário
Passarinho no aquário
Peixe voador
No que se deve acreditar
Agora sonhe, por favor
Se a vida é breve, leve
Todo amor delete a dor
Não se desespere, acalma
O teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação
É tudo que eu mereço ter
Me entrego cego à paixão
E canto tudo isso em uníssono universal
Não se desespere, acalma
O teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação
No que se deve acreditar
Agora sonhe, por favor
Se a vida é breve, leve
Todo amor delete a dor
Não se desespere, acalma
teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação
Não se desespere, acalma
teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação
Flávio Venturini - Em cima do tempo
Eu possa ver o mundo
Através da tela do computador
Mas nada fale, se não for real
Se não for astral
De ser um santo, ou ser medonho
Bicho solto, reto, torto
Muito ou pouco, tanto faz
Vou eu criança no meu céu imaginário
Passarinho no aquário
Peixe voador
No que se deve acreditar
Agora sonhe, por favor
Se a vida é breve, leve
Todo amor delete a dor
Não se desespere, acalma
O teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação
É tudo que eu mereço ter
Me entrego cego à paixão
E canto tudo isso em uníssono universal
Não se desespere, acalma
O teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação
No que se deve acreditar
Agora sonhe, por favor
Se a vida é breve, leve
Todo amor delete a dor
Não se desespere, acalma
teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação
Não se desespere, acalma
teu coração
Porque ninguém pode enfrentar o tempo
Que revela o momento da imaginação