Total de visualizações de página

segunda-feira, 11 de maio de 2015

EXERCÍCIO DE PESQUISA - HUMANISMO



EXERCÍCIO -
ENUMERE OS PARÊNTESES ABAIXO DE ACORDO COM O NÚMERO RESPOSTA

01.Auto
02.Farsa
03.Grandes navegações
04.Expansão ultramarina
05.ANTROPO
06.Centrismo/cêntrico
07.Antropocentrismo
08. Burguesia
09.Burguês
10.Gil Vicente


( )uma espécie de comédia onde o tema é o engano
( )também recebeu o nome de QUATROCENTISMO por ter se iniciado no período de 1400
( )sistema político e econômico baseado no comércio (compra e venda de produtos e serviços), caracterizado por relações de necessidade. Esse sistema substituiu o FEUDAL
( )relativo ao ser humano e suas capacidade de criar através do pensamento
( )primeiro grande dramaturgo/teatrólogo português do período humanista
( )período humanista: do século XV (15) ao XVI (16)
( )peça de cunho religioso
( )no centro/principal
( )grandes expedições de naus/navios/caravelas que cruzaram oceanos/mares em busca de novas terras, novos pontos comerciais e novos produtos. Essa necessidade foi gerada pelo crescimento das cidades que não eram mais autossuficientes
( )é a concepção segundo a qual o ser humanos é capaz de criar através do pensamento, assim como Deus.
( )da palavra “burgo” (alemão): cidade
( )da cidade/citadino
( )consequência das grandes navegações, ou seja, crescimento além mar, descobrimento e domínio de novas terras (colônias)
( )com o humanismo houve o renascimento da cultura, das artes e das ciências, ou seja, gerou/moveu o espírito novo, que dava fim à IDADE DAS TREVAS. Descobriu-se que o ser humano com sua capacidade de pensar podia criar e descobrir coisas novas, novos mundos... novas terras com as grandes navegações. Nesse período teve início a ideologia do Antropocentrismo
( )A invenção do alemão GUTEMBERG (a imprensa) facilitou a produção de livros e assim o aumento do saber e o intercâmbio cultural
( )2ª escola literária portuguesa da idade média
( )= SER HUMANO
( ) O velho da horta (1512), Auto da barca do inferno (1517), Auto da barca do purgatório(1518), Auto da barca da glória (1519), Farsa de Inês Pereira (1523)
 
HUMANISMO – período humanista: do século XV (15) ao XVI (16)
A 2ª escola literária portuguesa da idade média (2ª fase da literatura)
Humanismo – relativo ao ser humano e suas capacidade de criar através do pensamento
Humanismo – com o humanismo houve o renascimento da cultura, das artes e das ciências, ou seja, gerou/moveu o espírito novo, que dava fim à IDADE DAS TREVAS. Descobriu-se que o ser humano com sua capacidade de pensar podia criar e descobrir coisas novas, novos mundos... novas terras com as grandes navegações. Nesse período teve início a ideologia do Antropocentrismo
Grandes navegações – grandes expedições de naus/navios/caravelas que cruzaram oceanos/mares em busca de novas terras, novos pontos comerciais e novos produtos. Essa necessidade foi gerada pelo crescimento das cidades que não eram mais auto-suficientes
Expansão ultramarina – conseqüência das grandes navegações, ou seja, crescimento além mar, descobrimento e domínio de novas terras (colônias)
Antropocentrismo/antropocêntrico – ANTROPO = SER HUMANO + Centrismo/cêntrico = no centro/principal
Antropocentrismo - é a concepção segundo a qual o ser humanos é capaz de criar através do pensamento, assim como Deus.
Humanismo – também recebeu o nome de QUATROCENTISMO por ter se iniciado no período de 1400
A invenção do alemão GUTEMBERG (a imprensa) facilitou a produção de livros e assim o aumento do saber e o intercâmbio cultural
Burguesia: sistema político e econômico baseado no comércio (compra e venda de produtos e serviços), caracterizado por relações de necessidade. Esse sistema substituiu o FEUDAL
Burguesia – da palavra “burgo” (alemão): cidade
Burguês = da cidade/citadino
Gil Vicente - primeiro grande dramaturgo/teatrólogo português do período humanista
As obras principais de Gil Vicente - Auto do vaqueiro ou Monólogo do vaqueiro ou Auto da visitação (1502), Auto pastoril castelhano (1502), Auto dos Reis Magos (1503), Auto de São Martinho (1504), Quem tem farelos? (1505), Auto da Alma (1508), Auto da Índia (1509), Auto da Fé (1510), O velho da horta (1512), Exortação da Guerra (1513), Auto da Fama (1516), Auto da barca do inferno (1517), Auto da barca do purgatório(1518), Auto da barca da glória (1519), Farsa de Inês Pereira (1523), Auto pastoril português (1523) dentre outros
Auto – peça de cunho religioso
Farsa – uma espécie de comédia onde o tema é o engano
 

sábado, 9 de maio de 2015

Das Vantagens de Ser Bobo - CLARICE LISPECTOR



O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando."

Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.

O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.

Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!

Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.
Clarice Lispector

GRAMÁTICA EM CORDEL - GENIAL!

A gramática em cordel Zé Maria de Fortaleza

Escrito por sintese Ligado . Publicado em Nacional
O nosso lindo alfabeto
Oferece aos estudantes
As suas vinte e três letras,
Bem claras e importantes.
São elas: cinco vogais
E dezoito consoantes.
Das vogais às consoantes
Quero, umas a uma explicar:
As letras trazem fonemas-
E pra mais claro ficar,
Os fonemas são os sons-
Que usamos pra falar.
Sobre as sílabas, vou falar.
Num correto português
É uma letra ou um grupo
De letra duas ou três
Com tanto que nossa língua
As pronuncie de uma vez.
Vocábulos no português:
Nós temos os monossílabos
Dissílabos (os de duas sílabas),
Os de três sílabas, trissílabos.
E os de mais de três sílabas
São chamados de polissílabos.
Vocábulos monossílabos
No modo de se falar,
Podem ser tônicos ou átonos
(conforme quero explicar).
Depende do acento tônico
Que a silaba precisar.
Se a última silaba tomar
O acento é oxítona;
Sendo na penúltima sílaba,
Chama-se paroxítona.
Quando é na antepenúltima,
Essa é proparoxítona.
Deixo a palavra oxítona,
Que outro sentido traz
Pretendo agora falar
Com termos gramaticais,
Sobre os encontros vocálicos
(depois os consonantais)
Grupo de duas vogais
Numa silaba em português
Sabemos que é ditongo.
Tritongo, quando é três.
E sendo em sílabas vizinhas,
É hiato, desta vez.
É em nosso português
Encontro consonantal
Um grupo de consoantes
Numa só sílaba, afinal.
Às vezes formando dígrafo
Nesse nível cultural.
A língua nacional
Esses dígrafos reconhece:
RR,LH,
CH, quando acontece.
NH,GU,QU,
Entre outros SS.
Nossa gramática enaltece
Dos vocábulos seus sinônimos:
Quando é sentido contrário,
Encontramos os antônimos.
Parônimos, quando parecem.
Ou noutro caso, os homônimos.
Já falei sobre os sinônimos,
(Pra quem compreende bem)
No meu linguajar correto,
Preciso falar também
Nas dez classes de palavras
Que o nosso português tem.
O substantivo vem,
Depois, a preposição.
Adjetivo, advérbio.
Vem agora a conjunção.
Numeral, artigo, verbo,
Pronome e interjeição.
Vou dar discriminação
Das classes, com seus deveres:
Primeiro os substantivos,
Que com seus grandes poderes,
São palavras com quais
Nós nomeamos os seres.
Nove grupos de poderes
Ficam nos substantivos.
São eles: próprios, concretos,
Abstratos, primitivos,
Comuns, simples, derivados,
Compostos, e coletivos.
Vou falar nos coletivos:
De anjos, é legião;
De lobos, alcatéia;
De soldados, batalhão;
De ilhas é arquipélago
De estrelas, constelação.
Os substantivos dão
O gênero gramatical
Masculino e feminino
E levando ao numeral,
Os números também são dois:
Singular e o plural.
Com termo gramatical
Vou fazer pro nosso arquivo
Conhecimento dos graus
Primeiro, o aumentativo.
E em segundo lugar,
Temos o diminutivo.
Antes do substantivo.
Uma letra tem abrigo
Pra poder determiná-lo.
Por exemplo, quando eu digo.
“O céu está estrelado”.
Esse “o” é um artigo.
Para esquecer o artigo,
Falo no adjetivo.
(Que segundo o nosso estudo
Sobre qualificativo,
Vem mostrar a qualidade
Que tem o substantivo).
Ainda em adjetivo,
Existe uma expressão:
Locução adjetiva.
Na exemplificação,
Dá: luz do sol, luz solar.(Eis uma comparação).
Continuando a lição
Dos nossos adjetivos,
Em gênero e numero concordam
Com seus substantivos.
Exemplo “menino vivo”
Passa a ser “meninos vivos”.
Nos graus dos adjetivos
Pretendo agora falar:
Primeiro o comparativo
(Ou lógica de comparar).
O outro é superlativo-
Eu posso exemplificar.
O grau de se comparar
Pode ser de igualdade.
“Sou mais rico que fulano”,
É superioridade.
“Menos alto que ele”,
É inferioridade.
Há certa modalidade
Sobre o grau superlativo
Que conforme a expressão
(ou modo explicativo),
Passa de absoluto
Para ponto relativo.
Esse grau superlativo
Traz idéia diferente.
Por exemplo, quando ele.
É no estudo da gente,
Absoluto sintético
Vigora irregularmente.
Nesse caso, certamente.
Áspero passa a ser aspérrimo;
Feliz, passa a ser felicíssimo;
Célebre, fica celebérrimo;
E livre fica libérrimo.
Pobre passa a ser paupérrimo;
Amargo, fica amaríssimo.
Fica antiqüíssimo em antigo,
Atroz torna-se atrocíssimo
Alto passa a ser supremo
E sábio, sapientíssimo.
Fiel, passa a fidelíssimo;
E fácil, fica facílimo.
Negro, passa a ser nigérrimo;
Humilde, passa a humílimo;
Comum, fica comuníssimo.
E difícil, dificílimo.
Dócil passa a ser docílimo,
Notável, notabilíssimo,
,al péssimo; pequeno mínimo;
Frio passa a frigidíssimo.
Bom é ótimo, baixo é ínfimo.
E cristão, cristianíssimo.
Com o termo estudiosissimo
Eu acho ser natural,
Mostrando os caracteres
As lógica gramatical,
Explicar alguma coisa
Concernente ao numeral.
Quatro grupos afinal
Existem nos numerais:
Tem os multiplicativos
E também os cardinais;
Depois os fracionários
E por ultimo os ordinais.
Esquecendo os numerais,
Outra idéia agora vem:
Vou falar sobre pronomes
(Que pra quem entende bem),
Seis espécies de pronomes
(a nossa gramática tem).
Quem diz “assim” fala bem.
São eles: os possessivos,
Demonstrativos e outros,
Que são: interrogativos,
Também os indefinidos,
Pessoas e relativos.
Percorrendo outros arquivos
Vou trazer para a lição
Verbo, palavra que exprime,
Em qualquer ocasião,
Estado, ação, ou fenômeno.
Depende da expressão.
Sobre a classificação,
Temos os auxiliares,
Pronominais e passivos.
Tem ainda os regulares
E completando o conjunto,
Os verbos irregulares.
O verbo em seu exemplares,
Tem modo indicativo
E o modo particípio;
Depois o subjuntivo,
Imperativos e outros-
Gerúndio e infinito.
Advérbio, nesse arquivo
Não pode ser esquecido.
É palavra invariável
Que modifica o sentido
Dum verbo outro advérbio,
Conforme o teme escolhido.
Depôs de introduzido,
Sofre modificação:
Pode ser de intensidade,
De dúvida ou de afirmação.
Também pode ser de tempo,
Lugar, modo ou negação.
Vou falar em locução
Adverbial, somente:
Em cima, por trás, de perto,
De fora, de dentro, em frente,
De manha, de tarde, a noite,
Assim sucessivamente.
Acho ser conveniente
Falar-se em preposição-
É palavra invariável,
Que sempre faz ligação
A outras duas palavras
E exprime posição.
O valor da ligação
É fácil de se explicar:
Por exemplo: ”moro em Santos”.
Esse “em” tem ficar
Ligando duas palavras
E exprimindo lugar.
Para mais claro ficar
Os seus modos principais,
Divide-se em duas classes:
Primeiro as essenciais
E em segundo lugar,
Temos os acidentais.
Nos termos gramaticais,
Existem as conjunções.
Conjunção é a palavra
Que não tem variações.
E quando vem ao discurso,
Liga duas orações.
Sabemos que as conjunções
Em suas leis instrutivas
Divide-se em duas classes:
São as coordenativas
E em segundo lugar,
Vêm as subordinativas.
Com ordens interjetivas,
Nesta importante lição,
Pretendo dizer agora
O que é interjeição:
É palavra invariável,
Que exprime uma emoção.
Nós temos a locução
Interjetiva que vem
No lugar de interjeição:
Quando se fala a alguém,
Por exemplo: “ora bolas”,
“Pois sim”, “meu DEUS”, “muito bem”.
Interjeição quando vem
Exprime admiração,
Aviso, apelo, e alegria,
Dor, surpresa, animação;
Silêncio, desejo, medo,
Desagrado ou saudação.

EX / PROVA - SOBRE ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO E FUNÇÕES DA LINGUAGEM -

CADA NÚMERO DEVE SER SUBSTITUÍDO PELA RESPOSTA CORRESPONDENTE


·      SOBRE ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO E FUNÇÕES DA LINGUAGEM -
(01) são recursos de ênfase que atuam segundo a intenção do produtor da mensagem, cada qual abordando um diferente elemento da comunicação. Um texto pode apresentar mais de uma função enfatizada. Os Elementos da comunicação são seis: O (02) que emite e codifica a mensagem. (03) que recebe e decodifica a mensagem. A (04) que é o conteúdo transmitido pelo emissor. (05) que é o conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem. (06) que é o contexto relacionado a emissor e receptor e o (07) que é o meio pelo qual circula a mensagem. A Função emotiva é também chamada de (08) A (09) ocorre quando se destaca o locutor (ou emissor). A mensagem centra-se nas opiniões, sentimentos e emoções do emissor, sendo um texto completamente subjetivo e pessoal. A ideia de destaque do locutor dá-se pelo emprego da 1ª pessoa do singular, tanto das formas verbais, quanto dos pronomes. A presença de interjeições e uma pontuação com reticências e pontos de exclamação também evidenciam a função emotiva ou expressiva da linguagem. Os textos que expressam o estado de alma do locutor, ou seja, que exemplificam melhor essa função (10), são os textos líricos, as autobiografias, as memórias, a poesia lírica e as cartas de amor. A Função referencial é também chamada de (11). A (12) ocorre quando a mensagem é centrada no referente, no assunto (contexto relacionado a emissor e receptor). O emissor procura fornecer informações da realidade, sem a opinião pessoal, de forma objetiva, direta, denotativa. A ênfase é dada ao conteúdo, ou seja, às informações. Geralmente, usa-se a 3ª pessoa do singular. Os textos que servem como exemplo dessa função da linguagem são os jornalísticos, os científicos e outros de cunho apenas informativo. A função referencial também é conhecida como cognitiva. As Características da função (13) são: Neutralidade do emissor, Objetividade e precisão, Conteúdo informacional e Uso da 3ª pessoa do singular (ele/ela). A Função apelativa é também chamada de (14). A (15) ocorre quando a mensagem é centrada no receptor e organiza-se de forma a influenciá-lo, ou chamar sua atenção. Geralmente, usa-se a 2ª pessoa do discurso (tu/você; vós/vocês), vocativos e formas verbais ou expressões no imperativo. Como essa função é a mais persuasiva de todas, aparece comumente nos textos publicitários, nos discursos políticos, horóscopos e textos de autoajuda. Como a mensagem centra-se no outro, ou seja, no interlocutor, há um uso explícito de argumentos que fazem parte do universo do mesmo. A Função fática é também chamada de (16). A (17) ocorre quando o canal é posto em destaque, ou seja, o canal que dá suporte à mensagem. O interesse do emissor é emitir e simplesmente testar ou chamar a atenção para o canal, isto é, verificar a "ponte" de comunicação e certificar-se sobre o contato estabelecido, de forma a prolongá-lo. Os cacoetes de linguagem como né?, certo?, ahã dentre outros, são um exemplo bem comum para se evidenciar a existência dessa função. A (18) é aquela que se preocupa mais em "como dizer" do que com "o que dizer". Põe em evidência a forma da mensagem, ou seja O foco recai sobre o trabalho e a construção da mensagem. Há um interesse pelo arranjo estético, valorizando as palavras e suas combinações. Essa função (19) aparece comumente em textos publicitários, provérbios, ditos populares e linguagem cotidiana. Nessa função pode-se observar o intensivo uso de figuras de linguagem, como o neologismo, quando se faz necessária a criação de uma nova palavra para exprimir o sentido e alcançar o efeito desejado. As Características da função (20) são: Subjetividade, Figuras de linguagem e Brincadeiras com o código, com as palavras. A (21) explica o próprio código. Quando se faz uma poesia falando de poesia, Quando se faz uma propaganda falando de propaganda.

EX / PROVA - FUNÇÕES DA LINGUAGEM

EM SUA FOLHA DE CADERNO ENUMERE NA VERTICAL DE 01 A 30 DANDO A CADA NÚMERO A RESPOSTA CORRESPONDENTE. OBS.: NÃO BORRE! BORRÃO = ERRO - USE LETRA LEGÍVEL PARA QUE SUA PROVA SEJA PASSÍVEL DE CORREÇÃO. NÃO ACEITO ERRO ORTOGRÁFICO.

Os Elementos da comunicação são seis: o emissor que emite e codifica a mensagem, o receptor que recebe e decodifica a mensagem, a mensagem que é o conteúdo transmitido pelo emissor, o código que é o conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem, o referente que é o contexto relacionado a emissor e receptor e o canal que é o meio pelo qual circula a mensagem. 
Já vimos que, quando alguém fala ou escreve, pode não só expressar seus pensamentos, mas também realizar ações (jurar, prometer, xingar etc.) ou produzir certo efeito sobre o outro. Nesse sentido, pode-se dizer que, ao falar ou escrever, temos sempre uma INTENÇÃO ou OBJETIVO, sempre pretendemos algo. Desse modo a 01 não serve apenas para transmitir informações. Ela também pode ter a função de: levar o outro a tomar uma atitude, manter o contato com o outro, fazê-lo rir, emocionar-se, refletir etc. A 02 também pode servir para darmos vazão ao nosso mundo interior, para entendermos o mundo e refletirmos sobre ele, entre outras funções. Há basicamente seis 03, determinadas de acordo com o elemento em que a ênfase recai. A função 05 ou 06 tem ênfase no 07 ou seja, está centrada no 08 e exprime seus sentimentos ou suas emoções. A função 09 ou 10 tem ênfase no 11 ou seja, está centrada no 12 e o principal objetivo do 13 é convencer o 14 a fazer ou deixar de fazer algo, exemplo: textos publicitários. A função 15 ou de 16 tem ênfase no 17. Essa função é observada em várias situações do dia a dia, sempre que iniciamos uma conversa e ou testar ou manter o 18 já estabelecido. A função 19 ou 20 tem ênfase no 21, também chamado de 22. Essa função predomina na maioria dos textos jornalísticos que tem como objetivo principal 23. A função 24 tem ênfase no 25 e ocorre sempre que se usa certa 26 para discorrer sobre ela mesma, exemplo: um filme que fala sobre a arte de fazer cinema, um poema que explica o fazer poético etc. A função 27 tem ênfase na 28. A preocupação maior não está na informação, mas na elaboração do enunciado ou texto em si. As palavras serão combinadas de forma especial levando em conta seu efeito sonoro e estético. Tal linguagem pode aparecer não só em textos literários, mas também em anúncios publicitários e fazer uso de figuras de linguagem, ou seja, usando tal linguagem em seu sentido figurado ou 29 e não literal ou 30.

terça-feira, 17 de março de 2015

Os Anjos Caídos (ou A Construção do Caos) Cordel Do Fogo Encantado


Os homens são anjos caídos que Deus mandou para Terra porque
botaram defeito na criação do mundo. Aqui, começaram a
inventar coisas, a imitar Deus. E Deus ficou zangado, mandou muita chuva e muito
fogo, eu vi de perto a sua raiva sacra, pois foram sete dias de trabalho intenso,
eu vi de perto, quando chegava uma noite escura
Só meu candeeiro é quem velava o Seu sono santo
Santo que é Seu nome e Seu sorriso raro
Eu voava alto porque tinha um grande par de asas
Até que um dia caí
E aqui estou nesse terreiro de samba
Ouvindo o trabalho do Céu
E aqui estou nesse terreiro de guerra
Ouvindo o batalha do Céu
Nesse terreiro de anjos caídos
Cá na Terra trabalho é todo dia
Levantar quebrar parede
Matar fome matar a sede
Carregar na cabeça uma bacia
E esse fogo que a Sua boca envia
Pra nossa criação
Deus
Esse terreiro de anjos
Esse errar que é sem fim
Essa paixão tão gigante
Esse amor que é só Seu
Esperando Você chegar
Os Homens aprenderam com Deus a criar e foi com os Homens que Deus aprendeu
a amar

Seguidores