### Análise e Classificação do Texto
**O texto acima pode ser considerado como:**
**b) poema**
(O texto é a letra de uma canção de Nando Reis, estruturada em versos com rimas, estrofes e refrão repetido, o que o caracteriza como poema lírico-narrativo.)
**Quem pode ser considerado o “eu lírico” do texto?**
R. O homem apaixonado que narra a história, o protagonista que encontra a menina na praça, se apaixona por ela e acompanha sua doença até a morte.
**Em qual gênero literário podemos enquadrá-lo?**
**a) lírico**
(Embora haja elementos narrativos, predomina a expressão de sentimentos subjetivos, como amor, dor, tristeza e reflexão sobre a infelicidade no amor; há também traços de **b) épico/narrativo** pela presença de uma história com enredo.)
**Em qual tipo textual podemos enquadrá-lo?**
**a) narrativo**
(O texto conta uma história com sequência de eventos: encontro, descoberta da doença, visitas e morte da menina.)
**Qual função linguística é predominante no texto?**
**b) emotiva/expressiva**
(O texto expressa intensamente as emoções do eu lírico: paixão, compaixão, dor e tristeza. Há também forte presença da **f) poética**, pela uso de rimas, metáforas e ritmo musical.)
### Análise e Identificação dos Elementos da Narrativa
**Quem podemos considerar como o narrador do texto acima de acordo com o foco narrativo/ ponto de vista.**
R. Narrador em primeira pessoa, que participa da história como protagonista (foco narrativo em 1ª pessoa).
**Qual tipo de narrador encontramos no texto:**
**a) narrador personagem/ em primeira pessoa**
(Ele conta os eventos a partir de sua perspectiva pessoal, revelando pensamentos e sentimentos internos, mas não é onisciente, pois descobre fatos gradualmente, como a doença da menina.)
**Quem são os personagens desse texto?**
R. O eu lírico (homem apaixonado), a menina/menina/moça/donzela/princesinha (doente), o garoto/irmão da menina, a tia, o doutor/médico e o passarinho (simbólico).
**Protagonista(s):** O eu lírico (narrador) e a menina (centro da trama emocional).
**Antagonista(s):** Nenhum antagonista explícito (a "vilã" é a doença/morte, força impessoal).
**Coadjuvante(s):** O irmão da menina, a tia, o doutor e o passarinho.
**Podemos classificar o tempo como:**
**a) cronológico**
(Os eventos seguem uma ordem linear: encontro na praça → descoberta da doença → visitas → morte; há também elementos de tempo psicológico nas reflexões internas do narrador.)
### Com Relação aos Recursos Poéticos Empregados
**Circule todas as sílabas tônicas que aparecem em cada verso/linha.**
(A tarefa pede para "circule", mas como isto é texto, indico as sílabas tônicas em negrito para destaque. Exemplo em algumas linhas; o padrão é verso octossílabo ou similar com acento na antepenúltima ou penúltima sílaba.)
Exemplos:
- Nosso a**mor** co**me**çou **cer**to **di**a no **ban**co da **pra**ça
- Eu a **vi** se**gu**rando um ca**der**no, sen**ta**da com **gra**ça
- Meu o**lhar** encon**trou** seu o**lhar** mi**ran**do um pas**sa**ri**nho**
(O texto todo segue ritmo aproximado de 8 sílabas por verso, com tônica geralmente na 6ª ou 7ª sílaba — versos graves ou esdrúxulos misturados.)
**Observe cada uma das sílabas tônicas finais de cada verso/linha e assim classifique o tipo de rima empregado no texto.**
O texto emprega predominantemente **rimas ricas ou perfeitas** (consoantes), com esquema AABB (rima emparelhada) nas estrofes e refrão.
Exemplos:
- praça / graça / passarinho / ninho (rima consoante rica)
- ave / árvore / lencinho / carinho (rima consoante)
- Refrão: alegria / dia (repetido)
As rimas são toantes (iguais a partir da tônica final) e contribuem para o ritmo musical da canção.
### Levando-se em Consideração ao Tom Dramático do Texto
**Podemos identificar qual forma de expressão dramática nesse texto?**
**a) tragédia**
(O tom é intensamente dramático, com amor nascido em meio à dor, sofrimento pela doença incurável e desfecho fatal com a morte da menina, evocando piedade, compaixão e catarse emocional típica da tragédia.)
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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
SOBRE A MENINA E O PASSARINHO DE NANDO REIS
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
SOBRE... "Cel d'BorboLetra's & MúSicaS - LITERARTECULTURA".
O blog https://celdborboletras.blogspot.com/ tem o título completo "Cel d'BorboLetra's & MúSicaS - LITERARTECULTURA".
Ele é dedicado quase exclusivamente a letras de músicas (principalmente brasileiras contemporâneas), com foco em artistas como Tiago Iorc (várias canções ao vivo ou em colaborações) e outros como Renato Vianna ou Duda Beat. Os posts incluem trechos ou letras completas de canções, frequentemente com temas emocionais profundos: amor perdido, egoísmo, memórias afetivas, dor, cicatrizes emocionais, arrependimentos e elementos poéticos (como abismos, tangerina como metáfora de sedução fatal). Há menções a vídeos em HD, sugerindo compartilhamento de conteúdo audiovisual cultural.
O autor não é identificado explicitamente (não há seção "Sobre mim", perfil visível ou assinaturas com nome como Maria Celeste B.S.P. nos posts disponíveis). Não há links para outros blogs ou referências pessoais.
Posts mais recentes (todos de 2025):
- 15 de novembro de 2025: TIAGO IORC - Desconstrução (e versão Ao Vivo) — Letras sobre amor afogado no egoísmo, caindo em abismo de vidro que se quebra.
- 7 de novembro de 2025: Tiago Iorc - Hoje Lembrei Do Teu Amor (Ao Vivo) e Tiago Iorc - Bilhetes (Ao Vivo) — Temas de lembrança eterna de um amor marcante, dor física/emocional, cicatrizes e arrependimentos.
- 5 de setembro de 2025: João de Barro - Renato Vianna - HD — Post com referência a conteúdo audiovisual, sem letras detalhadas.
- 3 de setembro de 2025: Tiago Iorc, DUDA BEAT - Tangerina (Ao Vivo) — Letras sobre aproximação sedutora, beijos e "morte divina" doce como tangerina.
O blog está em português brasileiro, com atualizações irregulares e concentradas em 2025 (nenhum post visível em dezembro de 2025). Comentários não são destacados (possivelmente desabilitados ou sem interações). O tom é introspectivo e emocional, centrado na apreciação lírica e poética da música como forma de expressão de sentimentos profundos.
Diferente dos blogs anteriores — como o "Autópsico" (mais diário pessoal e variado) ou "mcpoliglota" (bilíngue com traduções) —, este tem foco mais específico em músicas brasileiras modernas e suas letras, com viés artístico-cultural e afetivo, sem elementos pedagógicos, ecológicos ou multilíngues evidentes.
Se quiser detalhes de uma letra específica ou mais contexto, me avise!
sábado, 15 de novembro de 2025
MAIS UM BARCO
Meu amor, nosso amor
Se afogou no poço do egoísmo
Nosso amor caiu no abismo
Era de vidro e se quebrou
Se espalhou
Sob as pedras frias do ciúme
Como um frasco de perfume
Que era pouco e se acabou
Evaporou
Em um milhão de coisas pequeninas
Pouca paz muita rotina
Pouco gozo muita dor
Se transformou
Num turbilhão de falas tão mesquinhas
Falhas suas pragas minhas
Mil coisinhas e algum amor
O nosso amor
Naufragou nas águas desse rio
Nosso amor teve um desvio
No seu curso e já secou
Ou se queimou
Nos mares ardentes da paixão
No cais da desilusão
Mais um barco ancorou
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
Tiago Iorc - Hoje Lembrei Do Teu Amor (Ao Vivo)
Hoje lembrei do teu amor
Hoje lembrei de coisas que eu nunca esqueci
E como poderia
Se você me marcou pela vida inteira?
Hoje lembrei do teu sabor
Do gosto da tua boca antes de dormir
Tanto te conhecia
E você despertou tudo o que eu sentia
Não há chance de apagar
Deixa demorar
Lembrar você é bom demais
Vivemos tanta coisa, lembra?
Tanto pra acertar
O tempo pra curar
A mágoa que ficou pra trás
Valeu minha vida inteira
Hoje lembrei do teu calor
Do nosso banho quente, coisas que escrevi
Juras e poesia
No espelho embaçado, você fervia
Na parede, o suor
No teu corpo, o meu
Pelo chão, o jantar que a gente esqueceu
Entre roupas e taças, a nossa loucura
Não há chance de apagar
Deixa demorar
Lembrar você é bom demais
Vivemos tanta coisa, lembra?
Tanto pra acertar
O tempo pra curar
A mágoa que ficou pra trás
Valeu minha vida inteira
Não há chance de apagar
Deixa demorar
Lembrar você é bom demais
Vivemos tanta coisa, lembra?
Tanto pra acertar
O tempo pra curar
A mágoa que ficou pra trás
Valeu minha vida inteira
Valeu minha vida inteira
Valeu minha vida inteira
Tiago Iorc - Bilhetes (Ao Vivo)
Um tiro à queima roupa
Outra cicatriz
Senti a dor na pele
Por tudo que eu não fiz
O aperto aqui no peito
Me roubou o amanhecer
Eu dei meu melhor
Tem dias que parece
Que não vou conseguir
O medo me persegue
Me impede de sentir
Eu só quero amar direito
E ser tudo que eu puder
Seja o que for
Venha o que vier
E se caso for
Eu posso esperar
A chuva passar
Pra tudo recomeçar
Nenhuma dor é pouca
Nos erros aprendi
Na vida, sempre louca
Amar é decidir
E cada nova escolha
É o que precisa ser
Nem sempre o melhor
Às vezes, não tem outro jeito
O jeito é seguir
Lembrar que o que me fere
Também me faz sorrir
Escrevo em um bilhete
Ame tudo que puder
Seja o que for
Venha o que vier
E se caso for
Eu posso esperar
A chuva passar
Pra recomeçar
E se caso for
De ter que esperar
A chuva se vai
Pra tudo recomeçar
Tudo recomeçar
Tudo vai recomeçar
Tudo vai recomeçar
Tudo vai recomeçar
Tudo vai recomeçar