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segunda-feira, 23 de abril de 2018

SE TESTE!!!

1.       INFORME FALSO
2.       INFORME VERDADEIRO
3.       PREPOSIÇÃO
4.       ADVÉRBIO
5.       PRONOME
6.       CONJUNÇÃO
7.       CRÔNICA
8.       CONTO
9.       FÁBULA
10.    SEM RESPOSTA
11.    ROMANTISMO
12.    REALISMO
13.    NATURALISMO
14.    PARNASIANISMO
15.    SIMBOLISMO



(   ) A 1ª obra do Realismo brasileiro: MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS foi escrita por MACHADO DE ASSIS
(   ) A 1ª obra romântica em prosa:  A MORENINHA foi escrita por MANUEL ANTÔNIO DE ALMEIDA
(   ) a 2ª geração poética do Romantismo também recebeu o nome de BYRONIANA para homenagear o inglês LORD BYRON
(   ) a 3ª geração poética do Romantismo também recebeu o nome de HUGOANA para homenagear o francês Victor Hugo
(   ) a Dedicatória: Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança... aparece na obra QUINCAS BORBA de MACHADO DE ASSIS
(   ) A frase FILHO DE PEIXE, PEIXINHO é típica do Naturalismo brasileiro
(   ) A intensificação da campanha abolicionista que resultou na lei Áurea é fato histórico do(?)
(   ) A MORENINHA é uma obra em prosa romântica urbana.
(   ) A última obra romântica em prosa: MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS foi escrita por JOAQUIM MANUEL DE MACEDO
(   ) ALPHONSUS DE GUIMARAENS escreveu MISSAL e BROQUÉIS
(   ) As principais características do(?) são: esteticismo, impassibilidade, poesia descritiva, retomada dos modelos clássicos e perfeição formal
(   ) assonância, aliteração e sinestesia são figuras de linguagem empregadas em obras simbolistas
(   ) CANÇÃO DO EXÍLIO foi escrita por GONÇALVES DE MAGALHÃES
(   ) CASTRO ALVES é conhecido como O PRÍNCIPE DOS POETAS PARNASIANOS
(   ) COM é preposição de companhia na frase: Ela esperou com entusiasmo aquele breve passeio.
(   ) CRUZ E SOUSA é conhecido como o CISNE NEGRO ou DANTE NEGRO na literatura simbolista.
(   ) CRUZ E SOUSA, escritor simbolista é o autor da obra ISMÁLIA.
(   ) DE é preposição de causa na frase: Morreu de desgosto
(   ) DE é preposição de lugar na frase: Voltou de Piratininga
(   ) é a palavra que se usa em lugar do nome, ou a ele se refere, ou ainda, que acompanha o nome qualificando-o de alguma forma.
(   ) EM é preposição de modo na frase: Os prisioneiros eram colocados em fila
(   ) ESTETICISMO – beleza e perfeição IMPASSIBILIDADE – negação do sentimentalismo exagerado ou subjetivismo em favor do objetivismo POESIA DESCRITIVA – sob forma descritiva, detalhista/pormenorizada de objetos ou cenas da natureza RETOMADA DOS MODELOS CLÁSSICOS – para os parnasianos a beleza estava nos modelos clássicos (greco-romanos/latinos) PERFEIÇÃO FORMAL – o conteúdo não importava, apenas a forma. O importante era a palavra, a aparência a sonoridade, as rimas (ricas e raras)
(   ) gênero literário cuja característica principal é a narração alegórica, fantasiosa, sem compromisso com a realidade, mas permeada por recursos lúdicos e pedagógicos.
(   ) LOGO é ADVÉRBIO DE CONCLUSÃO na frase: Chove bastante, logo teremos boa colheita
(   ) LOGO é CONJUNÇÃO TEMPORAL na frase: Chegarei logo
(   ) Marcos jogou muito bem. Nesta frase há um ADVÉRBIO DE INTENSIDADE seguido de um ADJETIVO
(   ) MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS é a última obra do romantismo  com características do Realismo.
(   ) NA FRASE DEI- LHE UM PRESENTE HÁ UM PRONOME COM VALOR DE OBJETO DIRETO
(   ) NA FRASE DEI-LHE UM PRESENTE. HÁ UM PRONOME COM VALOR DE OBJETO INDIRETO
(   ) NA FRASE EU O CHAMEI DE IMPRESTÁVEL HÁ UM PRONOME COM VALOR DE OBJETO DIRETO
(   ) NA FRASE EU O CHAMEI DE IMPRESTÁVEL HÁ UM PRONOME COM VALOR DE OBJETO INDIRETO
(   ) Não fomos campeões, (?) demos o nosso melhor. No (?) deve haver uma CONJUNÇÃO CONCESSIVA
(   ) narrativa breve escrita em prosa, mais curto que o romance e a novela, o qual envolve o enredo, personagens, tempo e espaço.
(   ) narrativa breve que sempre leva a um ensinamento, porque a moralidade a distingue dos demais gêneros literários.
(   ) NOITES NA TAVERNA, OBRA DA 2ª GERAÇÃO POÉTICA é a obra mais famosa de ALUÍSIO AZEVEDO
(   ) O ATENEU, obra de RAUL POMPEIA é naturalista.
(   ) O CORTIÇO e CASA DE PENSÃO são obras da literatura realista
(   ) O filme era muito bom. Nesta frase há um ADVÉRBIO DE INTENSIDADE seguido por outro ADVÉRBIO DE INTENSIDADE
(   ) O MULATO, escrito por ÁLVARES DE AZEVEDO é a 1ª obra do Naturalismo no Brasil
(   ) o principal escritor romântico de todos os tempos da literatura brasileira foi Machado de Assis.
(   ) O REALISMO e o NATURALISMO no Brasil ocorreram na mesma época histórica, por isso possuem os mesmos fatos históricos referentes.
(   ) O ROMANTISMO é a 1ª escola literária brasileira da era colonial
(   ) O SIMBOLISMO é a última escola literária do final do século XIX
(   ) OLAVO BILAC é conhecido como O POETA DOS ESCRAVOS
(   ) OLAVO BILAC, RAIMUNDO CORREIA e ALBERTO DE OLIVEIRA formavam a TRÍADE/TRINDADE PARNASIANA
(   ) os pronomes oblíquos “o, a, os, as, lo, la, los, las, no, na, nos, nas” funcionam somente como objeto direto.
(   ) palavra gramatical, invariável, que liga dois elementos de uma frase, estabelecendo uma relação entre eles.
(   ) palavra invariável que funciona como um modificador de um verbo, um adjetivo, um outro advérbio
(   ) PARA é preposição de direção na frase: A praça foi enfeitada para a festa
(   ) PARA é preposição de direção na frase: Trabalhava para sobreviver
(   ) QUANDO é ADVÉRBIO INTERROGATIVO na frase: Quando a gente voltar.
(   ) QUASE é ADVÉRBIO DE INTENSIDADE na frase: Quase perco o avião.
(   ) QUE é CONJUNÇÃO INTEGRANTE na frase: Terei as férias que tanto espero.
(   ) são palavras invariáveis que servem para conectar orações
(   ) SE é CONJUNÇÃO INTEGRANTE na frase: Irei à praia se não chover.
(   ) se originou do cansaço das brigas/desentendimentos entre os ideais do ROMANTISMO e do REALISMO, por isso é tido como movimento NEUTRO. ARTE PELA ARTE
(   ) SENHORA, DIVA e LUCÍOLA fazem parte da fase romântica de MACHADO DE ASSIS
(   ) SOBRE é preposição de lugar na frase: Conversamos sobre cinema. 
(   ) SUSPIROS POÉTICOS E SAUDADES foi a primeira obra do Romantismo poético escrita por GONÇALVES DIAS
(   ) texto curto, possui uma "vida curta", ou seja, as crônicas tratam de acontecimentos corriqueiros do cotidiano.
(   ) tipo de texto narrativo curto, geralmente produzido para meios de comunicação, por exemplo, jornais, revistas, etc.
(   ) Vou à praia, (?) esteja chovendo. No(?) deve haver uma CONJUNÇÃO ADVERSATIVA

*Em todas as alternativas há dois advérbios, exceto em:


a) Ele permaneceu muito calado.
b) Amanhã, não iremos ao cinema.
c) O menino, ontem, cantou desafinadamente.
d) Ela falou calma e sabiamente.


*A opção em que há um advérbio exprimindo circunstância de tempo é:


a) Possivelmente viajarei para São Paulo.
b) Maria teria aproximadamente 15 anos.
c) As tarefas foram executadas concomitantemente.
d) Os resultados chegaram demasiadamente atrasados.

CORRESPONDA a LOCUÇÃO ADV. com sua


significação equivalente.


a) Recebeu a repreensão sem dizer palavras.
b) Falava sempre no mesmo tom.
c) Aceitou tudo sem se revoltar.
d) Trataram-me como irmão.


(     )resignadamente
(     )mudamente
(     )monotonamente
(     )fraternalmente

domingo, 28 de maio de 2017

ROSA - MARISA MONTE / PIXINGUINHA

Tu és divina e graciosa
Estátua majestosa
No amor!
Por Deus esculturada
E formada com ardor...

Da alma da mais linda flor
De mais ativo olôr
Que na vida é preferida
Pelo beija-flor...

Se Deus
Me fora tão clemente
Aqui neste ambiente
De luz, formada numa tela
Deslumbrante e bela...

Teu coração
Junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado
Sobre a rosa e a cruz
Do arfante peito teu...

Tu és a forma ideal
Estátua magistral
Oh! alma perenal
Do meu primeiro amor
Sublime amor...

Tu és de Deus
A soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração
Sepultas um amor...

O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes
Cheios de sabor
Em vozes tão dolentes
Como um sonho em flor...

És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim
Que tem de belo
Em todo resplendor
Da santa natureza...

Perdão!
Se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh! flor!
Meu peito não resiste
Oh! meu Deus
O quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar
Em esperar
Em conduzir-te
Um dia ao pé do altar...

Jurar aos pés do Onipotente
Em preces comoventes
De dor, e receber a unção
Da tua gratidão...

Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te
Até meu padecer
De todo fenecer...

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Menina, Amanhã de Manhã - Monica Salmaso - TOM ZÉ

Menina, Amanhã de Manhã
Monica Salmaso


Menina , amanhã de manhã
Quando a gente acordar quero te dizer
Que a felicidade vai desabar sobre os homens
Vai, desabar sobre os homens
Vai, desabar sobre os homens

Na hora ninguém escapa
De baixo da cama ninguém se esconde
A felicidade vai desabar sobre os homens
Vai, desabar sobre os homensMenina, Amanhã de Manhã
Monica Salmaso
Vai, desabar sobre os homens

Menina, ela mete medo
Menina, ela fecha a roda
Menina, não tem saída
de cima, de banda ou de lado

Menina, olhe pra frente
menina, todo cuidado
Não queira dormir no ponto
Segure o jogo, atenção de manhã

Menina a felicidade
É cheia de praça, é cheia de traça
É cheia de lata, é cheia de graça

Menina, a felicidade
É cheia de pano, é cheia de peno
É cheia de sino, é cheia de sono

Menina, a felicidade é cheia de ano,
É cheia de eno
É cheia de hino, é cheia de onu

Menina, a felicidade
É cheia de an, é cheia de en
É cheia de in, é cheia de on

Menina, a felicidade é cheia de a,
É cheia de é, é cheia de i, é cheia de ó

É cheia de a, é cheia de é,
É cheia de i, é cheia de ó

Marcha do Donzel Renata Rosa

Marcha do Donzel
Renata Rosa


Dizem que uma sombra escura
Com duas pontas na testa
Por donde o Donzel caminha
Ao lado se manifesta.

O Doutor vela de sebo
Sinal dos magos errôneos
Lume lúgubre da morte
Lampadário do demônio

Saudades do Futuro - Renata Rosa



Saudades do Futuro
Renata Rosa


Eu só consigo ter saudades do futuro
Bago maduro, planta de frutos claros
Trago nos lábios calos de tantas palavras
Sou das lavouras que lavra
Pras sementes do amor

Trago uma dor e trago tanta alegria
Que a noite claresse em dia
Solarado de calor
Vem sorte vem
Vem alongar meu passo
Sigo meu traço
Eis meu tesouro fino
Do meu destino eu vou desatar os nós
Todos das fontes à foz
E vou desposar a vida
Minha medida é uma aliança encantada
Semeando a madrugada
As sementes proferidas

Tropecei, quedei, cai
Cai mas me levantei
Errei mas reconheci
E por vezes acertei

Tropecei, quedei, cai
Cai mas me levantei
Errei mas reconheci
E por vezes acertei

Eu só consigo ter saudades do futuro
Bago maduro, planta de frutos claros
Trago nos lábios calos de tantas palavras
Sou das lavouras que lavra
Pras sementes do amor

Trago uma dor e trago tanta alegria
Que a noite claresse em dia
Solarado de calor
Vem sorte vem
Vem alongar meu passo
Sigo meu traço
Eis meu tesouro fino
Do meu destino eu vou desatar os nós
Todos das fontes à foz
E vou desposar a vida
Minha medida é uma aliança encantada
Semeando a madrugada
As sementes proferidas

Tropecei, quedei, cai
Cai mas me levantei
Errei mas reconheci
E por vezes acertei

Tropecei, quedei, cai
Cai mas me levantei
Errei mas reconheci
E por vezes acertei

Tropecei, quedei, cai
Cai mas me levantei
Errei mas reconheci
E por vezes acertei

Tropecei, quedei, cai
Cai mas me levantei
Errei mas reconheci
E por vezes acertei

Jurema - Renata Rosa



Jurema
Renata Rosa


Jurema, minha Jurema
Três passos que Deus me deu
Jurema, minha Jurema
Três passos que Deus me deu

Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus
Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus

Caminha em costa segura
Rondando esses sonhos teus
Jurema, minha Jurema

Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus
Cada um aqui tem seu mestre
O mestre do mundo é Deus

Jurema, minha Jurema
Três passos que Deus me deu
Jurema, minha Jurema
Três passos que Deus me deu

Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus
Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus

Acerta o teu sorriso
Em fogo se converteu
Jurema, minha Jurema

Cada um aqui tem seu mestre
O mestre do mundo é Deus
Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus

Jurema, minha Jurema
Três passos que Deus me deu
Jurema, minha Jurema
Três passos que Deus me deu

Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus
Cada um aqui tem seu mestre
O mestre do mundo é Deus

Caminha em costa segura
Rondando esses sonhos teus
Jurema, minha Jurema

Cada um aqui tem seu mestre
O mestre do mundo é Deus
Eu aqui não conheço o mestre
O mestre do mundo é Deus

quinta-feira, 18 de maio de 2017

AV3 - 18 DE MAIO.

HOJE, 18 DE MAIO, QUINTA-FEIRA, TEREMOS AV3 DE LING. PORT.
ASSUNTO: LITER. ROMANTISMO BRASILEIRO + GRAM. SUBSTANTIVOS; COLETIVOS, ADJETIVOS E LOC. ADJ.

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Comentários
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 1.Poderíamos sintetizar uma das características do Romantismo pela seguinte aproximação de opostos:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 2.A obra romanesca de José de Alencar introduziu na literatura brasileira quatro tipos de romances: indianista, histórico, urbano e regional. Desses quatro tipos, os que tiveram sua vida prolongada, de forma mais clara e intensa, até o Modernismo, ainda que modificados, foram:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp Tradicionalmente, a poesia do Romantismo brasileiro é dividida em três diferentes gerações. Sobre elas, estão corretas as seguintes proposições:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 4.Sobre a prosa no Romantismo brasileiro, é incorreto afirmar:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 5.O Romantismo brasileiro encontrou no índio a sua mais autêntica expressão de nacionalidade. Sobre essa fase do Romantismo, é correto afirmar:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 6.Gonçalves Dias consolidou o romantismo no Brasil. Sua “Canção do exílio” pode ser considerada tipicamente romântica porque
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 7.Os textos CANÇÃO DO EXÍLIO e o de O. ANDRADE (MODERNISTA), escritos em contextos históricos e culturais diversos, enfocam o mesmo motivo poético: a paisagem brasileira entrevista a distância. Analisando-os, conclui-se que:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 8.São características da primeira geração do Romantismo brasileiro, exceto:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 9.O índio, em alguns romances de José de Alencar, como Iracema e Ubirajara, é:
Maria Celeste Bsp
Maria Celeste Bsp 10. O Romantismo, graças à ideologia dominante e a um complexo conteúdo artístico, social e político, caracteriza-se como uma época propícia ao aparecimento de naturezas humanas marcadas por

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