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domingo, 26 de junho de 2022
Murta - Porquê? (Letra)
O profundo sentimento de não saber pra onde vais
É sentir um novo mundo enquanto o outro mundo cai
Cai a vida, a morte e a sorte abraça aquele que a procura
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
Ruptura da linha
Fina, que liga
A minha noção
E o coração já não bate como batia
E esta batida abraça a vida
Como se a ferida não fosse sarar
É sentir um novo mundo enquanto o outro mundo cai
Cai a vida, a morte e a sorte abraça aquele que a procura
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
Ruptura da linha
Fina, que liga
A minha noção
E o coração já não bate como batia
E esta batida abraça a vida
Como se a ferida não fosse sarar
Perguntei-te porquê
Olhei-te nos olhos porque tinha de ser
Éramos só nos dois e eu queria saber
Porquê? Porquê?
Mas tu não queres dizer
Quem cala consente, é porque tás a esconder
Pra te ser sincero não tou a perceber
Porquê? Porquê? Porquê?
Olhei-te nos olhos porque tinha de ser
Éramos só nos dois e eu queria saber
Porquê? Porquê?
Mas tu não queres dizer
Quem cala consente, é porque tás a esconder
Pra te ser sincero não tou a perceber
Porquê? Porquê? Porquê?
Porquê, porquê
Porquê, porquê
Porquê, porquê
Porquê, porquê
Porquê, porquê
Porquê, porquê
Agora não importa aquilo que tu queres
Ninguém me vai dar aquilo que tu deste
Mas honestidade é um valor e tu não passaste o teste
Ninguém me vai dar aquilo que tu deste
Mas honestidade é um valor e tu não passaste o teste
Eu já não estou na tua mão
Mas preciso duma explicação
Porque é que largaste tudo em vão?
Mas preciso duma explicação
Porque é que largaste tudo em vão?
Perguntei-te porquê
Olhei-te nos olhos porque tinha de ser
Éramos só nos dois e eu queria saber
Porquê? Porquê?
Mas tu não queres dizer
Quem cala consente, é porque tás a esconder
Pra te ser sincero não tou a perceber
Porquê? Porquê? Porquê?
Olhei-te nos olhos porque tinha de ser
Éramos só nos dois e eu queria saber
Porquê? Porquê?
Mas tu não queres dizer
Quem cala consente, é porque tás a esconder
Pra te ser sincero não tou a perceber
Porquê? Porquê? Porquê?
Perguntei-te porquê
Olhei-te nos olhos porque tinha de ser
Éramos só nos dois e eu queria saber
Porquê? Porquê?
Mas tu não queres dizer
Quem cala consente, é porque tás a esconder
Pra te ser sincero já nem quero saber
Porquê? Porquê? Porquê?
Olhei-te nos olhos porque tinha de ser
Éramos só nos dois e eu queria saber
Porquê? Porquê?
Mas tu não queres dizer
Quem cala consente, é porque tás a esconder
Pra te ser sincero já nem quero saber
Porquê? Porquê? Porquê?
Porquê, porquê
Porquê, porquê
Porquê, porquê
sexta-feira, 6 de maio de 2022
Marta Rosa - Balada de um Amanhecer (Videoclipe Oficial)
[Letra de "Balada de um amanhecer"]
[Estrofe]
Ai de mim
Como aqui estou
Ai de mim
Sou só o que dou
Neste suplício à beira
Dum precipício
Ai de mim
Neste suplício
...
De te querer como vens
[Ponte]
És o que dás
És o que és
Quero-te assim
Como tu és
Beleza
És beleza
[Outro]
Ai minha tristeza
Ai minha tristeza
O que serei no amanhã distante
Não sei
Sou navegante de um destino
E aqui estou...
Tal como sou
terça-feira, 23 de novembro de 2021
Anavitoria,Rita Lee - Amarelo,azul e Branco. Cidade invisível
Deixa eu me apresentar
Que eu acabei de chegar
Depois que me escutar
Você vai lembrar meu nome
Que eu acabei de chegar
Depois que me escutar
Você vai lembrar meu nome
É que eu sou dum lugar
Onde o céu molha o chão
Céu e chão gruda no pé
Amarelo, azul e branco
Onde o céu molha o chão
Céu e chão gruda no pé
Amarelo, azul e branco
Deixa eu me apresentar
Que eu acabei de chegar
Depois que me escutar
Você vai lembrar meu nome
Que eu acabei de chegar
Depois que me escutar
Você vai lembrar meu nome
É que eu sou dum lugar
Onde o céu molha o chão
Céu e chão gruda no pé
Amarelo, azul e branco
Onde o céu molha o chão
Céu e chão gruda no pé
Amarelo, azul e branco
Eu não sei (não sei), não sei (não sei)
Não sei diferenciar você de mim
Não sei (não sei), não sei (não sei)
Não sei diferenciar
Não sei diferenciar você de mim
Não sei (não sei), não sei (não sei)
Não sei diferenciar
Ao meu passado
Eu devo o meu saber e a minha ignorância
As minhas necessidades, as minhas relações
A minha cultura e o meu corpo
Que espaço o meu passado deixa para a minha liberdade hoje?
Não sou escrava dele
Eu devo o meu saber e a minha ignorância
As minhas necessidades, as minhas relações
A minha cultura e o meu corpo
Que espaço o meu passado deixa para a minha liberdade hoje?
Não sou escrava dele
Eu vim pra te mostrar
A força que eu tenho guardado
O peito 'tá escancarado
E não tem medo, não, não tem medo
Eu canto pra viver
Eu vivo o que tenho cantado
A minha voz é meu império
A minha proteção
A força que eu tenho guardado
O peito 'tá escancarado
E não tem medo, não, não tem medo
Eu canto pra viver
Eu vivo o que tenho cantado
A minha voz é meu império
A minha proteção
Eu vim pra te mostrar
A força que eu tenho guardado
O peito 'tá escancarado
E não tem medo, não, não tem medo
Eu canto pra viver
Eu vivo o que tenho cantado
A minha voz é meu império
A minha proteção
A força que eu tenho guardado
O peito 'tá escancarado
E não tem medo, não, não tem medo
Eu canto pra viver
Eu vivo o que tenho cantado
A minha voz é meu império
A minha proteção
Meu caminho é novo, mas meu povo não
Meu coração de fogo vem do coração do meu país
Meu caminho é novo, mas meu povo não
O norte é a minha seta, o meu eixo, a minha raiz
E quando eu canto cor
E quando eu grito cor
E quando eu espalho cor
Eu conto a minha história
Meu coração de fogo vem do coração do meu país
Meu caminho é novo, mas meu povo não
O norte é a minha seta, o meu eixo, a minha raiz
E quando eu canto cor
E quando eu grito cor
E quando eu espalho cor
Eu conto a minha história
Não sei (não sei), não sei (não sei)
Não sei diferenciar você de mim
Não sei (não sei), não sei (não sei)
Não sei diferenciar
Não sei diferenciar você de mim
Não sei (não sei), não sei (não sei)
Não sei diferenciar
Fonte: LyricFind
Compositores: Ana Clara Caetano Costa / Vitoria Fernandes Falcao
Letra de Amarelo, azul e branco © Universal Music Publishing
Disponível em
sábado, 16 de outubro de 2021
Marcus Viana - Órfãos do Paraíso
Órfãos do sonho Brasil
Catem os restos nas sobras da vida
Nas cinzas das esperança
As brasas da chama
Que nunca apagou
Catem os restos nas sobras da vida
Nas cinzas das esperança
As brasas da chama
Que nunca apagou
Venho inventar um novo país
Colar pedaços de sonhos de amor
Anjos, arcanjos, espadas de fogo
Nos levem de volta aos portões do paraíso
Colar pedaços de sonhos de amor
Anjos, arcanjos, espadas de fogo
Nos levem de volta aos portões do paraíso
Orfãos do sonho Brasil
Catem os restos nas sobras da vida
As cinzas da esperança
As brasas da chama
Que nunca apagou
Catem os restos nas sobras da vida
As cinzas da esperança
As brasas da chama
Que nunca apagou
Venho inventar um novo país
Colar pedaços de sonho de amor
Anjos, arcanjos, espadas de fogo
Nos levem de volta aos portões do paraíso
Colar pedaços de sonho de amor
Anjos, arcanjos, espadas de fogo
Nos levem de volta aos portões do paraíso
Fonte: Musixmatch
Compositores: Marcus Viana
Letra de Orfãos do Paraíso © Nascimento Edicoes Musicais Ltda, Sonhos E Sons Ltda
OLHA - MILTON NASCIMENTO - LETRA ATUALÍSSIMA!!!
Tu clamas por liberdade
Mas só aquela que te convém
Tu puxas a arma no escuro
E não suportas ninguém feliz
Persegues a quem trabalha
Calúnia, carga e traição
Te julgas o mais esperto
Mas és mentira, só ilusão
Depois de passar o tempo
Colhe o deserto que é todo o teu
Com todo teu preconceito
Segue pensando que enganas Deus
E enganando a ti mesmo
Pois quem trabalha continuou
Em cada sonho suado
Que nem percebes o que custou
Depois de passar o tempo
Colhe o deserto que é todo o teu
Com todo teu preconceito
Segue pensando que enganas Deus
Enganando a ti mesmo
Pois quem trabalha continuou
Em cada sonho suado
Que nem percebes o que custou
sexta-feira, 27 de agosto de 2021
Casa Arrumada – Carlos Drummond de Andrade
Arrume a casa todos os dias… Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela…
Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas… Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar. Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa sem festa. E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde. Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda. A que está sempre pronta pros amigos, filhos… Netos, pros vizinhos… E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Arrume a casa todos os dias… Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar. Carlos Drumond de Andrade
Belíssima reflexão!
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